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domingo, 19 de setembro de 2010

PLANTÃO POLICIAL - Candidato a Releição Gaguim no Tocantins será investigado pelo STJ, Ó E AGORA QUEM PODERÁ NOS DEFENDER?



Governador é denunciado por envolvimento com quadrilha de fraudadores

O governador Gaguim foi citado em escutas telefônicas na operação relacionada a esquema de fraude em licitações, e será investigado pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça). Toda documentação que cita participação de Gaguim no esquema será enviada ao STJ. O governador Gaguim e candidato à reeleição, já tem no STJ um processo por receptação de carro roubado.


Entenda o caso

Gaguim foi flagrado num hotel de São Paulo com membros da quadrilha, segundo matéria do Jornal Estado de São Paulo, quando estaria negociando contrato para exploração de jazida de manganês no Tocantins. A quadrilha já vinha sendo investigada por envolvimento em um esquema de fraudes em licitações para contratação de empresas de segurança e limpeza.O governador do Tocantins só não foi preso, segundo o jornal Estado de São Paulo, por ter benefício do foro privilegiado.

Um dos lobistas presos, Mauricio de Paula Manduca, tem vínculos com o governador Gaguim (PMDB). Manduca foi um dos integrantes da comitiva que viajou à China. E segundo divulgou o Jornal do Tocantins, Manduca é sócio de Duda Pereira, cunhado do governador Gaguim, irmão da primeira-dama Rose Amorim, os dois (Manduca e Duda) assinaram recentemente contrato com o empresário e diretor executivo do Grupo Skipton, Carlos Amastha, que administra o Shopping Capim Dourado, para instalar no empreendimento uma casa noturna.

Segundo informações do site Mobiliza Tocantins o jornalista Fausto Macedo, jornalista do Grupo Estadão, informou que Manduca sempre viajava acompanhando o Governador Gaguim a São Paulo para assistir a corridas da Fórmula Indy, e todas as despesas do governador era pagas com o cartão de crédito do Manduca. Manduca está preso temporariamente em Campinas. E a investigação está na 3ª Vara Criminal de São Paulo – Campinas, logo as transcrições e o áudio das interceptações telefônicas entre Gaguim e Manduca serão reveladas para a imprensa.

O texto cita dois contratos suspeitos, um deles, no valor de R$ 500 milhões sem direcionar a localidade. Outro, no valor de R$ 400 milhões envolveria um deputado estadual de Minas e estaria relacionado à exploração de manganês no Tocantins.

Portanto, mais do que receber “visitas de empresários dispostos a investir no Tocantins”, como afirmou nota da SECOM, o governador Gaguim em São Paulo estava recebendo um “amigo” com o qual tinha relacionamentos empresariais e afetivos, de longa data.

Muita coisa precisa ser explicada, para isso o STJ – Superior Tribunal de Justiça investigará o governador com base nas provas apresentadas pela investigação.

Leia a matéria do Jornal do Tocantins:

SÃO PAULO

Investigação sobre fraudes cita governador Gaguim Promotor diz ao jto que Documentos sobre fraudes em licitação seguirão para o STJ, TJ-TO e TCE-to para apuração

Lailton Costa

Palmas

O promotor público do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), núcleo de Campinas (SP), Amauri Silveira Filho, disse ontem ao Jornal do Tocantins que irá encaminhar no início desta semana ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília, ao Tribunal de Justiça (TJ) e do Tocantins e ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) a documentação resultante da operação que o núcleo realizou em conjunto com Corregedoria da Polícia Civil daquele estado. A força tarefa prendeu, na sexta-feira à noite, seis empresários suspeitos de envolvimento em um esquema de fraudes em licitações para contratação de empresas de segurança e limpeza e resvalou na administração estadual de Carlos Gaguim (PMDB), candidato à reeleição.Reportagem divulgada ontem no jornal O Estado de S. Paulo sobre a operação mostrou que o nome do governador foi citado em telefonemas interceptados com autorização judicial e, numa diligência, descobriram Gaguim e comitiva em um hotel em São Paulo. O promotor confirmou, por telefone, essas informações, mas ressaltou que, por ser governador, Gaguim tem prerrogativa de foro privilegiado e o núcleo não o investigou. Por isso, o promotor frisou que não faria nenhum comentário sobre as escutas que envolveriam Gaguim. Segundo o promotor, todas as informações colhidas na operação ainda estão em análise e serão detalhadas em uma coletiva marcada para as 10 horas de amanhã, na sede do Ministério Público Estadual (MPE) em Campinas, cerca de cem quilômetros da Capital. As informações devem ser enviadas pelo juiz da 3ª Vara Criminal de Campinas, Nelson Augusto Bernardo de Souza, aos respectivos tribunais de Justiça e de Contas de cada estado onde atuam os políticos citados na investigação do Gaeco.

Detalhes

O promotor confirmou também que entre os presos está o empresário Mauricio Manduca que, segundo ele, atuava como lobista para a quadrilha facilitando o contato com políticos. Manduca tem ligações com o Tocantins. Ele foi designado pelo governador Carlos Gaguim (PMDB) para compor a missão oficial do Estado do Tocantins que viajou à China em abril deste ano e enfrentou problemas no espaço aéreo europeu durante a nuvem de fumaça vulcânica que barrou diversos voos. Manduca também participou, em maio deste ano, ao lado do empresário Duda Pereira, da assinatura de um contrato com o empresário e diretor executivo do Grupo Skipton, Carlos Amastha, que administra o Shopping Capim Dourado, para instalar no empreendimento uma casa noturna. Duda Pereira é cunhado do Governador, irmão da primeira-dama Rose Amorim.Segundo a reportagem do jornal, foram detidos também outro lobista, Emerson de Almeida, e dois policiais civis, Alcir Biason Júnior e Alexandre Felix Sigrist. Os policiais são apontados como seguranças da mansão que servia de base para o grupo em Campinas e responsáveis por transportar valores. O jornal aponta que durante meses agentes da promotoria filmaram o fluxo de veículos de luxo na casa. Nas sede das empresas em São Paulo, a força tarefa apreendeu computadores, documentos contábeis, dinheiro, além de oito automóveis e motocicletas. Entre os modelos de carros apreendidos, o jornal relaciona Vectra, Subaru, Audi, Mini Cooper, BMW X5, Jaguar, MV Agusta F4 (moto de corrida que vale mais de R$ 300 mil) e Harley Davidson. A investigação, segundo o jornal, começou na Polícia Federal há sete meses e depois passou para a responsabilidade do MPE porque os crimes atribuídos aos empresários seriam de competência da Justiça estadual. A reportagem foca a suposta existência de fraude em prefeituras do interior paulista. Para o jornal, o grupo corrompia agentes públicos para vencer processos de concorrência por meio de contratos elaborados pelos empresários e entregues aos gestores para direcionar as licitações. O texto cita dois contratos suspeitos, um deles, no valor de R$ 500 milhões sem direcionar a localidade. Outro, no valor de R$ 400 milhões envolveria um deputado estadual de Minas e estaria relacionado à exploração de manganês no Tocantins. (Com informações do Estado de S. Paulo).
FONTE: http://www.anoticia-to.com.br/noticias.php?IdNoticia=12020
 
ESTE BLOG NÃO É POLITICO, NÃO PUXO SACO PARA NENHUM DOS CANDIDATOS NO TOCANTINS OU NO BRASIL, APENAS POSTO A REALIDADE. SEJA QUEM FOR, DOA Á QUEM DOER. (ALEX RAMOS)

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