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quinta-feira, 17 de março de 2011

Padre de São José do Rio Preto, SP, é denunciado por crime de injúria racial

SÃO PAULO - O Ministério Público de São José do Rio Preto, cidade a 451 quilômetros de São Paulo, denunciou nesta terça-feira o padre Aparecido Donizeti Bianchi, 51, por injúria racial. O caso aconteceu abril do ano passado, quando uma técnica em enfermagem disse que foi agredida física e verbalmente pelo sacerdote. Se condenado, ex-pároco da Catedral pode pegar de um a três anos de prisão.


O promotor de Justiça Sérgio Clementino assinou a denúncia. A técnica em enfermagem Rubenice Alves da Silva, 24 anos, que é negra, foi insultada e agredida fisicamente quando ela acompanhava uma idosa que levava o religioso de carro, do centro da cidade até o bairro Cidade Jardim.

O crime é previsto no parágrafo terceiro do artigo 140 do Código Penal, que trata da injúria, consiste na utilização de elementos referentes à raça, cor, etnia, religião, origem ou à condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência. A técnica em enfermagem registrou boletim de ocorrência. O padre negou as acusações.

Esta não é a primeira vez que o padre se envolve com a Justiça. Ele já foi condenado por embriaguez ao volante e indiciado em três inquéritos por cometer infrações de trânsito, como dirigir embriagado, atropelar dois motociclistas e fugir sem prestar socorro. O padre também foi flagrado dirigindo em ziguezague numa rodovia de José Bonifácio, em São Paulo. Ele estava sem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) que havia sido apreendida no atropelamento dos motociclistas. O padre disse que havia rezado três missas e tomado um cálice de vinho em cada uma delas.

Em 2006, o padre também foi flagrado dirigindo na contramão do calçadão de São José do Rio Preto e foi parado por policiais militares. Segundo os policiais, ele estava visivelmente alcoolizado. Na abordagem, ele dançou a música do "É o Tchan" e fez gestos obscenos para os PMs. O pároco foi levado para a delegacia, indiciado e condenado pela Justiça a dois anos de prisão. Mas a pena foi transformada em multa.

O padre perdeu o cargo de pároco da Catedral São José, a matriz de São José do Rio Preto, e foi transferido para a cidade vizinha de Planalto.

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