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domingo, 10 de abril de 2011

Estado mais violento, AL teve 80% dos PMs licenciados em 2010

Relatório elaborado a pedido do vice-governador de Alagoas, José Thomáz Nonô (DEM), pelo Comando da Polícia Militar aponta que 80% dos PMs do Estado foram licenciados da atividade no ano de 2010. O Estado é considerado, pelo Ministério da Justiça, o mais violento do Brasil - com o maior número de assassinatos de jovens. Mais de 2 mil pessoas foram vítimas de homicídio no ano passado.


Pelos números, Alagoas tem 8.025 PMs. Em 2010, 6.738 se licenciaram por um tempo de 24 a 48 horas. Em alguns casos, 1,2 mil permaneceram foram do serviço por um maior período. Alguns deles, internados no Hospital Portugal Ramalho - a unidade pública para tratamento de doenças psíquicas.
Ainda pelos números, 40% das licenças médicas envolvem três motivos: alcoolismo, depressão aguda e crises de ansiedade. "Em alguns casos, o PM não pode ir para a rua. Então, a regra é: ele fica em casa e ficamos com menos um homem para o combate ao crime", disse o diretor de pessoal da PM, Louvercy Monteiro.
Segundo o diretor de saúde do Hospital da PM, coronel Marcelo Oliveira, podem existir casos de licenças médicas consideradas ilegais. Mas, como a polícia está sem psiquiatra, não é possível avaliar todos os casos. "Não temos como avaliar determinadas situações por nos faltar um psiquiatra. A última se aposentou há quatro anos. Pedimos a realização de concurso para três profissionais. Esperamos a resposta do governo", disse.
Para o vice governador, a PM alagoana não precisa de concurso público e sim uma melhor redistribuição dos profissionais pelo Estado. Nonô ainda traçou um perfil da tropa: média de 40 anos e acima do peso.

"Todo ano, tem uma média de baixas na polícia. Na PM, essa média em 2009 e 2010 foi de 491 baixas. Minha sugestão ao governador é que ele vá aproveitando anualmente os aprovados em concurso público, para substituir os que saem. Com isso, ele vai manter sempre o efetivo de 8 mil soldados, mas com policiais cada vez mais jovens. Ele vai mantendo o efetivo e rejuvenescendo a tropa", disse Nonô.

Um outro problema ronda a segurança pública alagoana. Os policiais civis decretaram paralisação, por 72 horas. Isso significa que as delegacias estão vazias, com exceção dos delegados. Apenas 30% dos policiais civis estão trabalhando, atendendo a uma exigência legal. Os policiais querem aumento nos salários e melhores condições de trabalho.

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