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domingo, 24 de julho de 2011

Mulher aproveita distração de ex-marido, liga para a polícia e é resgatada de cativeiro


Após ficar 11 dias em cárcere privado, uma mulher de 25 anos aproveitou o descuido do agressor, pegou o celular e ligou para a polícia, na zona rural de Anápolis (a 55 quilômetros de Goiânia).
Presa pelo ex-marido em uma fazenda, ela e os três filhos foram libertados pela polícia na manhã da última sexta-feira (22).
Segundo a polícia, o caseiro Leonardo Arcângelo, 26, mantinha a ex-mulher e os filhos, sendo duas crianças de 3 e 2 anos e um bebê de um ano e seis meses, como reféns desde o dia 12 
Em depoimento, a mulher contou que foi levada à força para a fazenda pelo ex-companheiro, que teria tapado os seus olhos com uma venda para que o local do destino não fosse identificado.
Distante da sede da fazenda, a casa onde os reféns ficaram dificultava a comunicação com outras pessoas. O caseiro também teria ameaçado colocar fogo na família, caso ela contasse algo para alguém.
Na tentativa de ser resgatada, ela explicou que, assim que o caseiro dormiu, pegou o celular com cuidado e saiu para o mato para ligar para a polícia. Os agentes da polícia civil chegaram ao local por volta das 10 horas e efetuaram a prisão.
Os proprietários da fazenda afirmaram na delegacia que não sabiam que a família estava sequestrada e que o funcionário possuía passagens pela polícia.
Preso em flagrante, Arcângelo foi encaminhado para a Delegacia de Defesa da Mulher de Anápolis e está proibido pela justiça de se aproximar da ex-mulher, dos filhos e de qualquer parente.
Ele responderá pelos crimes de sequestro qualificado e cárcere privado. Sob custódia policial, as vítimas estão em um abrigo.
O relacionamento conturbado do casal teria motivado o crime. Juntos há seis anos, esse não foi o primeiro ato violento contra a mulher.
Cinco boletins de ocorrência foram registrados na delegacia somente neste ano.  Os motivos das denúncias, todas relacionados com a mulher, foram porte ilegal de arma, estupro, ameaça de morte, agressões físicas e tortura psicológica.

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